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	<title>Destaque &#8211; Mestre Júlio Santos</title>
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		<title>Parede da memória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cyro Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Feb 2021 14:29:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[O que resta hoje da técnica da fotopintura, arte que já foi símbolo da cultura popular Penduradas no fundo caiado de uma parede, as fotopinturas parecem um naco de passado em lares do interior do país — homenagem aos que se foram, revividos agora pelo colorido das tintas. Mas, a despeito da estética que remete ao antigo, elas permanecem vivas. São mais do que relíquias, e ai de quem ouse dizer o contrário na frente de Júlio Santos, 76. &#8220;Se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6><span style="font-family: georgia, palatino, serif;"><strong>O que resta hoje da técnica da fotopintura, arte que já foi símbolo da cultura popular</strong></span></h6>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Penduradas no fundo caiado de uma parede, as fotopinturas parecem um naco de passado em lares do interior do país — homenagem aos que se foram, revividos agora pelo colorido das tintas. Mas, a despeito da estética que remete ao antigo, elas permanecem vivas. São mais do que relíquias, e ai de quem ouse dizer o contrário na frente de Júlio Santos, 76.</span></p>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">&#8220;Se houve uma morte da fotopintura, foi em espírito. Ela ressuscitou com muito mais força, pois tenho feito produção para todo canto. Tenho trabalho suficiente para não parar.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Júlio Santos é conhecido como Mestre Júlio, o único fotopintor renomado vivo no país. Se a fotopintura permanece pulsante, boa parte dessa responsabilidade está nas suas costas. Júlio guarda a sabedoria do passo a passo original da técnica.</span></p>
<p><span style="font-family: georgia, palatino, serif;">Leia o texto completo <a href="https://tab.uol.com.br/edicao/fotopintura/#cover" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</span></p>
<hr />
<p><span style="font-size: 13px;">Originalmente publicado em <strong>TAB UOL</strong>, 2 de fevereiro de 2021. <strong>Arte:</strong> Marcos de Lima; <strong>Edição:</strong> Olívia Fraga; <strong>Fotos:</strong> Rafael Martins e Marília Camelo (Fortaleza); <strong>Reportagem:</strong> Alice de Souza.</span></p>
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		<title>Último grande artista da pintura em fotos chama atenção em show dos Tribalistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cyro Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Sep 2018 18:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais e revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Aos 74 anos, Mestre Júlio experimenta sabor da notoriedade A imagem não sai da cabeça do cearense Júlio Francisco dos Santos. Diante de um público de 20 mil pessoas que se aglomerava no ginásio do Centro de Formação Olímpica, em Fortaleza, Arnaldo Antunes anuncia a sua presença no local. Em seguida, Marisa Monte dispara: “Salve mestre!” A plateia então incendeia quando Carlinhos Brown puxa a expressão africana “ajayô” em sua homenagem. Àquela altura, a multidão gritava o seu nome em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6><strong>Aos 74 anos, Mestre Júlio experimenta sabor da notoriedade</strong></h6>
<p>A imagem não sai da cabeça do cearense Júlio Francisco dos Santos. Diante de um público de 20 mil pessoas que se aglomerava no ginásio do Centro de Formação Olímpica, em Fortaleza, Arnaldo Antunes anuncia a sua presença no local. Em seguida, Marisa Monte dispara: “Salve mestre!” A plateia então incendeia quando Carlinhos Brown puxa a expressão africana “ajayô” em sua homenagem. Àquela altura, a multidão gritava o seu nome em coro. Aos 74 anos e assistindo a um show pela primeira vez na vida, Mestre Júlio, como é chamado o derradeiro grande fotopintor do país, se encolheu num cantinho e chorou de soluçar.</p>
<p>Leia o texto completo <a href="https://oglobo.globo.com/cultura/ultimo-grande-artista-da-pintura-em-fotos-chama-atencao-em-show-dos-tribalistas-23091804" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<hr />
<p><span style="font-size: 13px;">Originalmente publicado em <strong>O Globo,</strong> 21 de setembro de 2018. <strong>Reportagem</strong>: Sofia Cerqueira. <strong>Foto:</strong> Leo Aversa.</span></p>
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		<title>A intimidade inacabada do outro nas fotopinturas de Mestre Júlio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cyro Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 18:07:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Jornais e revistas]]></category>
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					<description><![CDATA[Dedicado ao gesto ritual da fotopintura, Mestre Júlio recria e colore vultos fixados sobre papel. Em sua oficina “mágica” e minúscula, imagens fotográficas chamuscadas pelo tempo enviam lembranças de permanência para o que estava prestes a se apagar O exato momento do clique, aquele minuto único, revisto, ampliado e salvo do limbo. O artífice Júlio Francisco dos Santos usa pintura sobre fotografia para dar novo brilho e novas cores a retratos que se negam a desaparecer com o tempo, rostos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h6><strong>Dedicado ao gesto ritual da fotopintura, Mestre Júlio recria e colore vultos fixados sobre papel. Em sua oficina “mágica” e minúscula, imagens fotográficas chamuscadas pelo tempo enviam lembranças de permanência para o que estava prestes a se apagar</strong></h6>
<p>O exato momento do clique, aquele minuto único, revisto, ampliado e salvo do limbo. O artífice Júlio Francisco dos Santos usa pintura sobre fotografia para dar novo brilho e novas cores a retratos que se negam a desaparecer com o tempo, rostos que pedem revanche, expressões decididas a durar. Assim, aspira iludir a morte. Crê na utopia de devolver às coisas sua aura de eternidade. Mergulha no caos informe da memória. Alcovita o flerte imemorial entre técnica e magia. De algum modo, Mestre Júlio, o foto-pintor, é um inventor de imagens para a imagem, um artista-guia que vive na intimidade inacabada do outro, retocando o nosso mais recôndito e ilusório desejo: o de não ter fim.</p>
<p>Leia o texto completo <a href="https://www.somosvos.com.br/a-intimidade-inacabada-do-outro-nas-maos-de-mestre-julio/" target="_blank" rel="noopener">aqui</a>.</p>
<hr />
<p><span style="font-size: 13px;">Originalmente publicado em <strong>Revista Vós</strong>, 17 de maio de 2016. <strong>Por:</strong> Ethel de Paula, Igor de Melo, Michele Boroh.</span></p>
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